
A derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, marcou mais do que a eliminação brasileira. Representou o fim de mais um ciclo frustrado e o início de uma reconstrução que deverá durar quatro anos. Pela primeira vez desde 2002, o Brasil chegará à próxima Copa acumulando 28 anos sem conquistar o título mundial.
Carlo Ancelotti, contratado justamente para tentar encerrar esse jejum, permanece como peça central do projeto. O treinador tem contrato até a Copa de 2030 e terá tempo para reformular praticamente todos os setores da equipe.
A boa notícia é que o Brasil continua produzindo talentos em ritmo acelerado. A má é que as principais dúvidas aparecem justamente onde a seleção mais sofreu nos últimos anos: defesa, laterais e gol.
Enquanto Neymar confirmou a despedida da seleção e veteranos como Casemiro, Danilo, Alex Sandro e possivelmente Marquinhos caminham para o fim da trajetória internacional, uma nova geração começa a tomar forma.