
Dois policiais militares foram presos em flagrante por matarem um suspeito já rendido durante uma operação na noite de quinta-feira (10) na favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, que terminou em atos de vandalismo. Houve depois uma segunda morte em meio ao confronto.
Segundo o coronel Emerson Massera, chefe da comunicação da PM, as prisões dos agentes aconteceram após a análise das imagens das câmeras corporais usadas pelos policiais.
O 16º Batalhão, do qual os PMs fazem parte, está no primeiro grupo de agentes que receberam as novas câmeras corporais nas fardas — o grupo recebeu 206 equipamentos. A partir de junho, mais 5.148 câmeras começaram a ser distribuídas para 28 batalhões.
Em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (11), ele explicou que, ao abordarem suspeitos de tráfico de drogas dentro de uma casa na comunidade, dois policiais atiraram quando um dos acusados, identificado como Igor Oliveira de Moraes Santos, já estava rendido, com as mãos na cabeça. O segundo suspeito morto é Bruno Leite, de 29 anos.
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